NAVIsta Alex Vailati lança livro “Um refugio dá exclusão”

21/11/2011 14:11
Vailati, Alex (org), 2011, Um rifugio dall’esclusione. L’accoglienza non istituzionale dei
richiedenti asilo a Torino (Um refugio dá exclusão. Acolhimento não institucional dos
requerentes de asilo politico em Turim, Itália), Torino, L’Harmattan Italia.

Sinopse:
Entre 2007 e 2009 um grupo de requerentes de asilo político, com a ajuda de associações,
ativistas e cidadãos, ocuparam alguns prédios no território da municipalidade de Turim: isto foi
uma resposta à difícil situação habitacional de muitas pessoas estrangeiras, que não possuíam
um lugar para morar.

O percurso de estudo e pesquisa apresentado neste livro, começa destes fatos. São pesquisas
nascidas em primeiro lugar das experiências de participação e militância (em relação à falta
de intervenção das instituições), que analisam os dispositivos de ajuda propostos pelos entes
públicos e pelo privado social. Em segundo lugar, são apresentadas algumas experiências de
acolhimento não institucional. Aqui, movimentos políticos, cidadãos e requerentes de asilo
afrontaram junto um percurso de mobilização politica. Se o objetivo inicial era responder a
uma emergência habitacional, os resultados da pesquisa permitiram refletir amplamente sobre
a desconstrução das categorias de refugiado político e requerente de asilo.
Sobre o autor:
Antropólogo, tem doutorado em Antropologia e Etnologia pela Università degli Studi di
Torino (Itália). Desde 2005, depois de uma pesquisa sobre os refugiados políticos africanos na
Itália, começou a trabalhar na África meridional, principalmente na África do Sul (KwaZulu-
Natal) e Moçambique (Zambesia). Atualmente é pós-doutorando na Universidade Federal de
Santa Catarina, onde desenvolve uma pesquisa sobre o papel dos jovens em comunidades de
pescadores da Ilha de Florianópolis (Santa Catarina).
                                    

NAVIstas na Mostra do Filme Etnografico do RJ

19/11/2011 14:20

Carmen Rial, Miriam Grossi e Rafael Devos, tiveram seus filmes selecionados para a 15a Mostra Internacional do Filme Etnografico, no Rio de Janeiro, que é o principal festival de filmes etnográficos do país, reunindo cineastas brasileiros e estrangeiros. Os seres da Mata, de Rafael Devos (27’ Mbyá-Guarani e Port/Leg Port) foi exibido no sábado, dia 19 eDjero encontra Iketut em Bali, de Carmen Rial e Miriam Grossi (11′ Ingles, Balines e Port/Leg Port), será exibido no dia 22, no cinema do Museu da República, as 16hs.

 

Em Os seres da mata o jovem cacique Vherá Poty apresenta as imagens dos “bichinhos” e as narrativas mito-poéticas dos velhos em torno dos modos de criar, fazer e viver a cultura guarani, expressos na confecção, no trançado e na produção de esculturas em madeira dos seres da mata: onças, pássaros e outros “ parentes”. “Esta camera vai funcionar como um olho e o ouvido de todos os que estão atrás dessa câmera, ela vai ser uma criança que vai estar escutndo a fala dos meus avós”.

 

Djero encontra Ikeut em Bali   é uma história do encontro em Desa Bayung Gedé, nos passos da antropóloga norte-americana Margaret Mead, cujas pesquisas em Bali sao um marco para a Antropologia Visual. O filme mostra o encontro entre dois balineses que habitam mundos muito diversos: Djero, um chauffeur em um hotel, acostumado com o intenso fluxo de turistas na Ilha, e Iketut, agora um senhor de mais de 70 anos, morador do pequeno vilarejo nas montanhas estudados por Mead e Bateson e que foi protagonista de um dos seus filmes. Um encontro que foi um “lucky accident”, como diria Mead.

 

Carmen Rial e Rafael Devos, pesquisadores do NAVI, estarão oferecendo uma disciplina de Antropologia Visual no PPGAS/UFSC no próximo semestre.

Veja mais em http://www.mostraetnografica.com.br/

http://issuu.com/diegomadias/docs/15a_mostra_-_cat_logo?mode=window&backgroundColor=%23222222

mais informações com rafaeldevos@yahoo.comrial@cfh.ufsc.br e miriamgrossi@gmail.com

Defesa de Tese da doutoranda Barbara Arisi

19/11/2011 14:11

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL CONVIDA PARA:

DEFESA DE TESE

“A dádiva, a sovinice e a beleza.

Economia da Cultura Matis, Vale do Javari, Amazônia”

 

Doutoranda: Bárbara Maisonnave Arisi

 

Banca Examinadora:

Prof. Dr. Oscar Calávia Saez  (UFSC-orientador)

Profa. Dra. Elsje Maria Lagrou (PPGSA/IFCS/UFRJ)

Prof.Dr.  Renato Monteiro Athias    (PPGA/UFPE)

Profa. Dra. Deise Lucy Oliveira Montardo (PPGAS/UFAM)

Prof. Dr.  Jeremy Deturche (PPGAS/UFSC)

Dr. Marcos Alexandre Santos Albuquerque (PPGAS/UFSC)

Profa. Dra. Gislene da Silva (POSJOR/UFSC – suplente)

Profa. Dra. Antonella Maria Imperatriz Tassinari (PPGAS/UFSC -suplente)

 

Dia: 21/11/2011 (segunda-feira)

 Horário: 14 horas

Local: Auditorio do Museu Universitário/UFSC

Palestra com Dr. Alex Vailati

07/11/2011 11:58
VER À DISTÂNCIA
A PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DE JOVENS HOMENS DE UMA ÁREA
RURAL DA ÁFRICA DO SUL

Dr. Alex Vailati (UFSC-NAVI)

7 Novembro 2011 – 16.00 – sala 111 CFH

RESUMO

Esta palestra analisa a relação entre imaginação e produção audiovisual, entre um grupo de jovens
homens em KwaMashabane, uma área rural da África do Sul. Através da metodologia do vídeo
colaborativo serão analisadas as relações de poder que sustentam a produção de vídeos.
O evidente papel subalterno dos jovens locais e a análise do processo de produção revelam diferentes
níveis de hegemonia. Se a autoridade dos adultos não é ainda contestável pelos jovens, parece que
os símbolos neoliberais, imagens e narrações, estão tornando-se a maior retórica que influencia a
imaginação dos jovens.

FORMAÇÃO ACADÊMICA

Antropólogo, tem doutorado em Antropologia e Etnologia pela Università degli Studi di Torino
(Itália). Desde 2005, depois de uma pesquisa sobre os refugiados políticos africanos na Itália, começou
a trabalhar na África meridional, principalmente na África do Sul (KwaZulu-Natal) e Moçambique
(Zambesia). Atualmente é pós-doutorando na Universidade Federal de Santa Catarina, onde desenvolve
uma pesquisa sobre o papel dos jovens em comunidades de pescadores da Ilha de Florianópolis (Santa
Catarina).

Galeria da Ponte – CFH/UFSC recebe a exposição Marcas na cidade: conflitos, idolatria e territorialidade – Murais e grafites sobre futebol na Argentina

29/09/2011 10:14

Marcas na cidade: conflitos, idolatria e territorialidade – Murais e grafites sobre futebol na Argentina

A Galeria da Ponte, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, recebe a exposição fotográfica Marcas na cidade: conflitos, idolatria e territorialidade – Murais e grafites sobre futebol na Argentina, de Santiago Uliana, Sebastián Sustas e Matias Godio. A exposição permanecerá até o dia 28 de outubro.

“Futebol na Argentina tem uma forte raiz local. Um clube de futebol também é uma área geográfica, normalmente um bairro”, diz o sociólogo argentino Santiago Uliana, referindo às grafitagens de emblemas de clubes que podem ser vistos desde o famoso bairro La Boca até em bairros de classe alta, como o Bajo Belgrano. “Muitas vezes, os emblemas do clube de um determinado bairro aparecem em outro, como provocação e atualização de conflitos”, complementa.

Longe de ser uma expressão da irracionalidade, a violência é uma forma de relação possível na cultura de futebol. Morte expressa violência extrema e brutal como um elo de ligação entre os torcedores. Na mesma estética, o caixão é usado para ameaçar matar o rival. Isso fica evidente na foto em que torcedores do Ferro Carril Oeste prometem morte aos Argentinos Juniors – “Bicho”
Em outra imagem, a “22” e o “Lobo”, dois símbolos do clube Gimnasia são ameaçados de morte por torcedores do Estudiantes, que os colocam em um caixão ao lado da sigla utilizada nos anúncios de obituário nos jornais RIP (descanse em paz ). Essa grafitagem foi encontrada em uma cortina de uma loja na cidade de La Plata.

Como não poderia deixar de ser, Diego Maradona também é figura recorrente nos muros da Argentina.  Na cidade de La Plata há um grande mural que lembra o mítico gol à seleção inglesa para a Copa do Mundo do México ’86.

A Exposição Marcas na cidade: conflitos, idolatria e territorialidade – Murais e grafites sobre futebol na Argentina é promovida pelo Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem/Navi, pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/UFSC.

Defesa de Tese: Viviane Kraieski

22/09/2011 13:31

O núcleo convida a todos interessados para assistir a Defesa da doutoranda (PPGAS) Viviane Kraieski, que ocorrerá na terça-feira da semana que  vem.

“Onde a comida não tem gosto: Estudo antropológico das práticas alimentares de imigrantes brasileiros na Grande Boston”

Doutoranda: Viviane Kraieski de Assunção

Data: 27/09/2011

Horário: 14:00

Local: sala 111 do departamento de Antropologia

Banca Examinadora:

Profa. Dra. Carmen Silvia de Moraes Rial (PPGAS/UFSC – Orientadora)

Profa. Dra. Ellen F. Woortmann (UnB)

Prof. Dr. Klaas Woortmann (UnB)

Profa. Dra. Glaucia de Oliveira Assis (UDESC)

Profa. Dra. Miriam Pillar Grossi (PPGAS/UFSC)

Profa. Dra. Alicia Castells (PPGAS/UFSC)

Prof. Dr. Rafael Devos (UFSC – suplente)

Prof, Dr. Emerson Campos (UDESC – suplente)

Oficina de Introdução à Antropologia Visual na UFRN

29/08/2011 13:17



Dia 1 de setembro às 19 horas
Local:  Auditorio D – CCHLA (UFRN)

Dr. Matias Godio
Pesquisador Pós Doc PPGICH-UFSC
Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem – NAVI
Grupo de Antropologia Marítima e Urbana – GAUM

Realização :  PPGAS e DAN
Apoio: PROCAD 2011-2012