Antropologias do lixo/resíduos sólidos: economia circular e experiências inovadoras

Os resíduos sólidos são um problema social que se agrava a cada dia. Os modos de lidar com esse problema, que comumente chamamos de lixo, têm o potencial de revelar as estruturas sociais produtoras de desigualdade no interior dos Estados Nacionais, assim como de padrões de consumo, onde o desperdício é significado como distinção social e prestígio.

São práticas que tem retido a atenção de um campo interdisciplinar em torno da questão ambiental. Na antropologia, estudos etnográficos tem cada vez mais priorizado o tema de políticas de sustentabilidade e práticas culturais inovadoras como os estudos em cooperativas de reciclagem ou de coletivos atentos as questões ambientais e à economia circular. Buscar compreender as respostas que estão sendo dadas em diferentes contextos e em sociedades desiguais economicamente reverte-se de relevância capital para a avaliação das políticas públicas, especialmente no que concerne a reciclagem e o reaproveitamento, dentro de uma perspectiva de econômica circular.

 

Universidades parceiras e Rede de Pesquisadoras/es:

 

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Vrije Universiteit Amsterdam (VU)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA)
Revolução dos Baldinhos (Facebook: Revolução dos Baldinhos)