Bibliografias

Espaço para bibliografia sobre antropologia audiovisual e textos das disciplinas ministradas pelos professores.

1) GODOLPHIM, Nuno. De árvores, pedras e homens: singularidades da fotografia nas Ciências Sociais. (Dissertação de Mestrado). LINK

2) LOIZOS, Peter. “A inovação do filme etnográfico (1955-1985)”. IN: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 1, 1995. LINK

3) PIAULT, Marc. “Antropologia e Cinema”. IN: Catálogo da Mostra Internacional do Filme Etnográfico, 1994. LINK

4) AUMONT, Jaques et al. A Estética do Filme, 2002. (Capítulo 1: O filme como representação visual e sonora). LINK

5) AUMONT, Jaques et al. A Estética do Filme, 2002. (Capítulo 2: A montagem). LINK

6) XAVIER, Ismail. “Cinema: revelação e engano”. IN: O olhar, 1975. LINK

7) BERGER, John. Modos de Ver, 1980. (p. 09 – 36). LINK

8 ) BENJAMIN, Walter Benjamin. “A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica”. IN: Os pensadores n. XLVIII. LINK

9) NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário, 2005. (p. 26 – 71). LINK

10) BARTHES, Roland. A câmara clara, 1981. (p. 9 – 57). LINK

11) KOURY, Mauro. Caixões infantis expostos – o problema dos sentimentos na leitura de uma fotografia, 1994. LINK

12) LEITE, Miriam Moreira. Retratos de família, 1986. (22 – 35). LINK

13) RIAL, Carmen. Guerra de Imagens: o 11 de Setembro na mídia, 2003. LINK

14) COLLEYN, Jean-Paul. “Entrevista: Jean Rouch, 54 anos sem tripé”. IN: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 1. (p. 65-74, 1995). LINK

15) GINSBURG, Faye. “Não necessariamente um filme etnográfico: traçando um futuro para a antropologia visual.” IN: Imagens em foco: novas perspectivas em antropologia, 1999. (p. 31 – 54).  LINK

16) FRANCE, Claudine. “O comentário improvisado “na imagem” – Entrevista com Jean Rouch”. IN: Do filme etnográfico à antropologia fílmica. (p. 125 – 128) LINK

17) COLLIER Jr, John. Antropologia Visual: a fotografia como método de pesquisa, 1973. (Caps.: I, V, VII). LINK

18) SAMAIN, Etienne. “No fundo dos olhos: os futuros visuais da antropologia”. IN: Cadernos de Antropologia e Imagem, 1998. LINK

19) APPADURAI, Arjun. Disjonction et difference dans l’economie culturelle globale. IN: Après  le  colonialisme. LINK

20) HENLEY, Paul. The Promise of ethnographic. IN: Visual Anthropology, vol.13, 1996. (pp.207- 226) . LINK

21) SZTUTMAN, Renato. “Imagens Perigosas: a possessão e a gênese do cinema de Jean Rouch”. IN: Cadernos de Campo, 2005. (115-124). LINK

22) FREIRE, Marcius. “Jean Rouch e a invenção do Outro no documentário”. IN: DOC ON-LINE. Revista Digital de Cinema Documentário, v. 3, 2007. LINK

23) TACCA, Fernando. “Sapateiro: o retrato da casa”, Dissertação de Mestrado Unicamp, FAPESP, 1991. LINK

24) AUGÉ, Marc. Não-lugares: por uma antropologia da supermodernidade,1992 (em espanhol).  LINK | Marc Augé fala de um tempo sem espaço e da sua admiração por Strauss, LINK.

25) SAID, Edward W. Cultura e Política, 2003. (p. 29 – 47). LINK

26) SASSEN, Saskia. As Cidades na Economia Mundial, 1998. (Cap. 2: O impacto urbano da globalização econômica). LINK

27) HANNERZ, Ulf. Conexiones Transnacionales: Cultura, Gente, Lugares. (p. 165 – 201). LINK

28) SASSEN, Saskia. Contrageografías de la globalizacion: Género y ciudadanía en los circuitos transfronterizos, 2003. LINK

29) DAHL, Robert. A critique of the rulling elite model. IN: American Political Science Review, 1958. LINK (Leitura obrigátória)

30) GIULIANOTT, Richard & ROBERTSON, Roland. Sport and globalization: transnational dimensions, 2007. LINK (Leitura complementar).

31) HIGLEY, John. Elites Political Class and Democracy in the Twenty-first century, 2001. LINK (Leitura obrigátória)

32) OLSEN, Denis. Power, elites and society, 1981. LINK (Leitura obrigátória)

33) GRYNSZPAN, Mario. Ciencia Politica e trajetorias sociais, 1999. LINK (Leitura obrigátória: capítlo 9).

34) GOFFMAN, Erving A Representação do eu na vida cotidiana, 1959. LINK (Leitura obrigatória: capítulos I e VI).

35) MARX, Karl. O 18 Brumário de Luís Bonaparte, 1852. LINK (Leitura Complementar).

36) AMIT-TALAI, Vered. Youth Cultures: a cross-cultural perspective, 1995. LINK

37) ARIES, Philip. História Social da Criança e da Família, 1981. LINK

38) BUCHOLTZ, Mary. Youth and Cultural Practice.  Source: Annual Review of Anthropology, Vol. 31, 2002 (pp. 525-552). LINK

39) DURHAM, Deborah. Youth and the Social Imagination in Africa Introduction to Parts 1 and 2. Anthropological Quarterly, Vol. 73, No. 3, Youth and the Social Imagination in Africa, Part 1 Jul., 2000 (pp. 113-120). LINK

40) MAUSS, Marcel. Uma categoria do espírito humano: a noção de pessoa, a de “eu”. IN: Sociologia e Antropologia, 1950. LINK em português | em francês

41) GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas, 1976. LINK

42) ECO, Umberto. “A Inovação no Seriado” IN: Sobre Espelhos e Outros Ensaios, 1985. LINK

43) WINKIN, Yvés. Le télégraphe et l’orchestre, 1981. LINK

44) ALMEIDA, Miguel Vale de. “O Atlântico Pardo. Antropologia, pós-colonialismo e o caso ‘lusófono’.” IN: ALMEIDA, Miguel de Vale et al. (org.) Trânsitos Coloniais: Diálogos críticos luso-brasileiros, 2007. LINK

45) ORTNER, Sherry. “Poder e Projetos: reflexões sobre agência”, 2007. LINK

46) MAGALHÃES, Maria José. Em torno da definição do conceito de agência feminista. Ex aequo, nº 7, 189-198, 2003. LINK

47) LONG, Norman & PLOEG, Jan Douwe van der. Extrato de:  Heterogeneidade, ator e estrutura: para a reconstituição do conceito de estrutura, s/n. LINK

48)  FRANKLIN, Adrian. The Tourist Gaze and beyond: An interview with John Urry. Tourist Studies. Sage Publications. London: Thousand Oaks and New Delhi. Vol 1(2) 115–131, 2001. LINK

49) ADORNO, T. & HORKHEIMER, M. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. Pp. 169 a 214. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 364p. LINK

50) THOMAZ O. R. 1986, A antropologia e o mundo contemporâneo: cultura e diversidade. In Silva, Aracy L da (Org.). A temática indígena na escola. Brasília: MEC. pp. 425-440. LINK

52) CUCHE D. 2002, A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: EDUSC. pp 65-95. LINK

53) EVANS-PRITCHARD, E. E. 1978, Bruxaria, oráculos e magia entre os Zande. Rio de Janeiro: Zahar. Pp. 56-7 LINK

54) CARDOSO DE OLIVEIRA R. 1998, O trabalho do antropólogo. Olhar, ouvir, escrever. In Cardoso de Oliveira R., O trabalho do antropólogo. Brasilia: Paralelo 15.  Pp. 17-35. LINK

55) VELHO G. 1978, Observando o Familiar. In Nunes, E. O, A Aventura Sociológica, Rio de Janeiro: Zahar. LINK

56) GEERTZ C. 1989, Um jogo absorvente. Notas sobre a briga de galos balinesa. In Geertz C., A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Guanabara. Pp. 278-321. LINK

57) http://www.doc.ubi.pt/